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Davi Souza Santos

Estudante
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Depende da dose.

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Jogar o jogo é parte de nossa jornada,

lutar pra viver,crescer e comer. 

aqui não tem vez  peixe fora dágua,será?

 

Jogar é bom? Depende.

Gamificação rima com educação? Depende.

Depende da intenção, do planejamento e da ação.

Professor é imprescidivel nesta equação.

 

Colaborar,interagir, reinventar

Ações que fluem expontaneamente,será?

Com certeza fluem melhor com um professor pra ensinar.

 

Estado precisar oferecer formação de qualidade

Já paraou pra pensar? Não há solução mágica.

investir em professor não é favor, é necessidade.

 

Os jogos digitais já são uma realidade

Implantação nas escolas? Depende, nem tudo é força de vontade.

Gamificação é verbo, educação é arte.

Sem investimento, o público será sempre pela metade.

 

 

 

 

 

 



Nem tudo que reluz é ouro.

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Nem tudo que reluz é ouro.

 

 

Em tempos de pós-modernidade manter os olhos abertos e a criticidade aguçada, é uma necessidade. A chance de recebermos ao menos uma notícia falsa por dia é enorme. Facebook,”zap zap”, Blogs, veículos de comunicação/televisão também  podem espalhar noticias falsas, as vezes por erro e tantas outras por má fé. Noticias falsas não se circunscrevem ao campo virtual ou imaginário, elas geram consequências na vida real e por vezes servem como pretexto às mais diversas barbaridades.

Os EUA invadiram o Iraque sob pretexto de apreender e destruir armas de destruição em massa que ameaçariam o equilíbrio no Oriente Médio. Uma invasão que destruiu um  País, matou milhares de inocentes, e serviu para que empresas ricas ficassem mais ricas em detrimento da soberania de um Estado. Embora chocante, e deplorável a invasão do Iraque não contava  toda  infraestrutura que internet possibilitaria na segunda metade do século XXI. Os meios de comunicação tradicionais ainda possuíam certa hegemonia sobre a divulgação de noticias , e a versão “oficial” governo americano se impôs. Imagens na internet geralmente serviam para denunciar ações dos soldados americanos, mas a narrativa da Casa Branca venceu e convenceu a opinião publica naquele momento.

O ex presidente Lula foi condenado e passou mais de 500 dias preso acusado de ser dono de um tríplex no Guarujá e um sitio em Atibaia. Com todo respeito ao Guarujá, mas aquelas aguas frias de areia escura ,e um apartamento   não parecem atrativos suficientes para alguém que passava as férias presidenciais em INEMA, o caribe Baiano. 

Lula foi preso, o PT quase acabou ,mas as correntes de zap não pararam. Os sites e robôs propagadores de noticias falsos não acabaram, e não parecem perto de acabar. Lula foi solto, absolvido em alguns processos outros foram extintos, mas a campanha de difamação não parou. A grande mídia nacional não fez uma autocritica  sobre sua práxis jornalística e assim segue.

Pessoas são mortas, perseguidas e julgadas vitimas de falsas acusações. Denúncias feitas no conforto de um computador geram sangue e agonia numa esquina qualquer. Uma vez no ciberespaço, o potencial de alcance da mentira é aumentado em exponencialmente.

Checar fontes, ler as entrelinhas, desconfiar do “óbvio”, pesquisar a noticia nos mais variados meios de comunicação são cuidados necessários à construção de uma sociedade critica e sagaz, para que isso aconteça educação precisa ser  prioridade, critica, contestadora e dialógica.



Novidades...

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As inovações tecnologicas da pós modernidade nos apresentaram uma infinidade de possibiliddeade de aprendizagem. Barreiras foram ultrapassadas,paredes e muros derrubados, e inúmeras pontes foram construídas. Realidade Virtual(VR) Realidade Aumentada(AR) tecnologia 3D, impressoras 3D, são muitas tecnologias acessíveis ao público (que pode pagar)hoje,  que há pouco tempo atras só eram vistas em  filmes de ficção cientifica. A sociedade como um todo ainda está aprendendo a explorar o potencial das tecnologias citadas.

Qual professor de História não gostaria de levar seus alunos para conhecer as piramides no Egito? Ou possibilitar aos seus alunos conhecerem museus ao redor do mundo? Qual professor de História nunca se imaginou visitando o lugar estudado nos livros? A realidade virtual tem um potencial gigantesto quando pensamos em suas aplicações no sistema educacional. Em tempos de convergência, possibilitar experiencias educacionais imersivas sejam fisicas ou virtuias também deve ser o papel da escola. 

Ver um olograma, "interagir"  com criaturas virtuais no mundo real, coisas que pareciam viagens de sonhadores(as) há pouco mais de 20 anos, hoje são possivei. Ver um  maluco transmitir uma série de assassinatos ao vivo como se estivesse num video game,também é possivel e acontece com uma frequencia assustadora. 

 



Oraculo.

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EU, ETIQUETA

Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
de alguma coisa não provada
por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio,
ora vulgar ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comparo, tiro glória
de minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência
tão viva, independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
minhas idiossincrasias tão pessoais,
tão minhas que no rosto se espelhavam
e cada gesto, cada olhar
cada vinco da roupa
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrine me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.

Carlos Drummond de Andrade ANDRADE, C. D. Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.


Inquietações.

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Os REA colocam em cheque a logica acumulativa que rege a contemporaneidade. Praticar o colaboracionismo e  incentivar a cultura hacker num sistema que objetiva o lucro acima de tudo, parece um sonho.  O mundo seria mais frio sem os sonhos, Araújo (2001, p. 8) nos lembra  que:

a informação não é um objetivo em si mesmo. Ela é um instrumento que pode auxiliar o sujeito social em suas questões. Assim, a informação é um meio e como tal só poderá atingir seu potencial transformador de estruturas (individuais e sociais) através de processos de reapropriação ou de agregação de valor.

 

Prometeu roubou o fogo dos deuses para que a humanidade não morresse de frio, o objetivo não era simplesmente roubar, mas sim evitar que o mundo morresse. Quanto conhecimento é retido por pessoas que têm apenas dinheiro? Vale a pena conservar patentes e direitos autorais quando a humanidade está em perigo? Vale a pena manter o fogo nas mãos dos deuses?

 

 

 

 

 

 

ARAÚJO, Eliany Alvarenga de. A Construção Social da Informação: dinâmicas e

contextos. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 2,

  1. 5, out. 2001. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out01/Art_03.htm>. Acesso

em: 22 mar. 2015.

 

 

 



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